sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Consumidor do futuro pode não ir mais à loja

O NRF 2012, maior evento de varejo do mundo, que terminou nessa semana em Nova York, mostrou muitas novidades para o futuro (não tão distante) do varejo. Um case que ganhou bastante destaque em 2011, e que também ganhou um Leão em Cannes, foi a loja virtual/mobile da Tesco instalada em um ambiente físico: um metrô da Coréia do Sul. A tecnologia usada pela Tesco foi o QR code que levaram os clientes para o mobile commerce do varejista. O que nós vemos de mobile retail hoje em dia é só o topo do iceberg, pois são necessárias muita ousadia e estratégia para captar e reter o consumidor do futuro.


“A compra pode mudar. Talvez as pessoas não precisem mais ir à loja porque elas terão uma experiência de compra melhor em casa”. A afirmação é de Bryan Eisenberg, celebrado articulista de jornais de negócios nos Estados Unidos e autor de livros como “Call to Action”, “Waiting For Your Cat to Bark?” e “Always Be Testing”. Agora, a explicação: segundo Eisenberg, as pessoas estão tendo cada vez menos tempo para sair às compras, as experiências nas lojas não são diferentes e há dispositivos que em breve permitirão até provar roupa em casa, virtualmente.

De acordo com Eisenberg, a tendência de mudança não é nova, mas o varejo continua quase o mesmo desde que foi inventado. “Pensar que o mundo online não é uma tendência é se comportar igual aos vendedores de cavalo do século XIX”, pondera durante sua apresentação na NRF 2012. “Temos que olhar para o Google Wallet. Muitas pessoas já consideram e estão usando o pagamento mobile”, acredita.

Em breve, o telefone inteligente será integrado à TV e terá papel ainda maior na vida das pessoas. Toda mídia está sendo digitalizada. “Os anúncios em revistas já mostram vídeos quando escaneamos o QR code”, conta. “Mais de 50% das decisões de compra têm sido influenciadas por smartphones”. Como exemplo, Eisenberg cita o caso da Tesco, que criou uma loja virtual dentro do metro Korea.

“As pessoas estão cada vez mais ocupadas e o que estamos fazendo para facilitar a vida delas?”, questiona. “Se não oferecerem uma experiência diferente, as pessoas comprarão online. Já é possível fazer isso, com uma câmera e o Kinect a pessoa experimenta a roupa em casa”, conta. O caminho para mudar esta realidade é se comportar igual a empresas como Apple, Amazon, Google, Zappos e Best Buy. Elas se diferenciam dos demais concorrentes, são íntimas do consumidor, autênticas, ágeis e testam novos modeles de negócio com a ajuda das pessoas.

Fonte:
Mundo do Marketing.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Resgate de cupons móveis deve atingir 8% em 2016

O uso de mobile coupons está aumentando mundo afora. Mesmo em países que não têm a cultura de uso de cupons, a tecnologia está pegando. Uma recente campanha com mobile coupons do varejista esportivo XXL na Noruega, um país onde até 2009 a lei proibia fazer ‘cuponagem’, atingiu a impressionante taxa de resgate de 75%! Isto em um país que até recentemente não tinha cultura nenhuma para cupons e que tem o sétimo maior PIB per capita do mundo. Que o uso de mobile coupons vai crescer é fato, mas o interessante vai ser o seu impacto em países como o Brasil, onde os cupons podem realmente fazer a diferença no orçamento mensal de milhões de pessoas da nova classe média.

De acordo com um novo estudo da Juniper, o cupom móvel deve atingir uma taxa de resgate de 8% até 2016.
A pesquisa prevê que os mercados e tendências devem crescer em 2016. O estudo também analisou questões que devem ser superadas para tornar os cupons móveis viáveis.
“O grande desafio do lado do usuário é assegurar relevância. Ao receber ofertas não solicitadas eles podem ver o cupom móvel como spam e deixar de fazer parte do mercado”, disse David Snow, da Juniper Research. “Do lado varejista, o maior desafio é ter a tecnologia no local e pessoal treinado para usá-la”.
“Se um consumidor motivado chega a uma loja e não pode resgatar o cupom mobile, por algum motivo, todos perdem”, continuou Snow.

Para ver a matéria completa acesse:
Mobile coupon redemption expected to reach 8pc by 2016: study

Fonte: Mobile Commerce Daily.



sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Sears é a varejista móvel do ano


NRF lançou em meados de 2010 junto com o seu Mobile Retail Initiative a primeira versão do guia Mobile Blueprint (pode ser baixado aqui: http://migre.me/7qaK0), com o intuito de ajudar varejistas a planejar e implementar soluções mobile para o seu marketing, pagamentos e operações. Se a Sears seguiu este guia ainda não sabemos, mas certamente a varejista aplicou durante 2011 uma estratégia impressionante, que abrangeu boa parte dos tópicos do Mobile Blueprint. Aprenda, invista e seja o próximo Mobile Retailer of the Year!

Sears foi nomeada em 2011 o Varejista Móvel do Ano, o maior prêmio de comércio móvel e de varejo.

Embora houvesse muitos candidatos dignos, o Mobile Commerce Daily está convencido de que a Sears serve como um modelo para os varejistas por sua utilização excepcional de móveis.

“Com o uso do mobile para apoiar não só esse meio, mas lojas e online, Sears mostrou um nível de maturidade rara entre os principais varejistas do país", disse Mickey Alam Khan, editor-chefe do Mobile Commerce Daily. “A presença móvel da Sears está tornando mais fácil fazer compras com a marca, e assim preparar o revendedor para o varejo e marketing do século 21.”

A Sears moldou o comércio móvel e o varejo este ano, servindo como exemplo para outros varejistas, instituições financeiras, bancos e comerciantes.

Para ver a matéria completa acesse: Sears is 2011 Mobile Retailer of the Year

Fonte: Mobile Commerce Daily.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Programa de pagamento móvel da Starbucks supera 26 milhões de transações


No final de janeiro deste ano, a rede norte-americana Starbucks lançou um sistema de mobile payments em todas as suas 6.800 lojas nos EUA. Segundo o nosso post desta semana, o investimento que a rede de cafés fez em desenvolvimento do aplicativo, na troca dos leitores nas lojas (para poder ler códigos 2D), treinamento dos colaboradores e na divulgação para o seu publico, valeu a pena. Em menos de nove meses, eles dobraram o número de transações da solução, alcançando na primeira semana de dezembro quase 1 milhão de transações. Isso mostra que mesmo se precisa trocar de hardware nas lojas, vale a pena investir em inovação para sair na frente da concorrência e sempre oferecer a maior conveniência para os consumidores que estão cada dia mais exigentes:

A Starbucks ultrapassou 26 milhões de transações móveis desde o lançamento do seu programa de pagamento móvel em janeiro.

Segundo a empresa, nas primeiras nove semanas do programa havia 3 milhões de transações. Os dados mostram que houve um salto significativo na utilização pelo cliente.

“De acordo com Mashable.com parece que uma em cada quatro operações da Starbucks está sendo feita através de cartão, incluindo móveis”, disse Marci Troutman, CEO da Siteminis.

Para ver a matéria completa acesse: Starbucks mobile payment program exceeds 26M transactions

Fonte: Mobile Commerce Daily.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Marketing afirma maiores investimentos em mobile em 2012

A cada ano, desde 2005, as grandes empresas de pesquisa falam que 200X vai ser o ano do mobile marketing. Até agora as ações foram meramente pontuais e poucos anunciantes têm verbas para manter um posicionamento constante da sua marca no canal móvel. Neste último trimestre de 2011, entretanto, parece que o mercado está finalmente acordando, pois os principais jornais do país têm um anúncio com QR code. E segundo pesquisa encomendada pela operadora norte-americana AT&T, os QR codes vieram para ficar. Será que 2012 vai ser o ano do mobile marketing?

De acordo com a nova pesquisa encomendada pela AT&T, no próximo ano, 88% dos executivos de marketing planejam aumentar os esforços em mobile marketing.

O estudo divulgou que 43% dos respondentes indicam que os planos são desenvolvimentos de aplicativos para as marcas. Já os códigos de barra ficam com 41% das previsões, seguido de banners com 40%, sites móveis com 35% e SMS com 34%. Enfim, 17% dos respondentes afirmaram que possuem planos de investir em todos os canais mencionados.

66% dos marqueteiros concluem que as campanhas com códigos do barra vão trazer inovação ao mobile marketing no próximo ano, e ainda consideram a demanda de consumidores, a segurança e o custo os principais fatores para considerar os códigos como parte dos programas de marketing.

Fonte: Mobilepedia.